TL;DR

  • Timothy Schraeder Rodriguez compartilha sua jornada desde a terapia de conversão.
  • O memoir destaca os perigos da cultura evangélica.
  • A história de Rodriguez enfatiza a importância de encontrar pertencimento.
  • Ele expõe as práticas nocivas da terapia de conversão.
  • O livro é um testemunho de resiliência e autoaceitação.

Preparem-se, amores, porque Timothy Schraeder Rodriguez está aqui para contar tudo em seu novo memoir, Conversion Therapy Dropout: A Queer Story of Faith and Belonging. Este não é apenas mais um livro qualquer; é uma jornada emocionante e dolorosa pelo labirinto evangélico da vergonha e da terapia de conversão, e confiem em nós: vocês não vão querer perder.

Imaginem só: um jovem Timothy, crescendo em Peoria, Illinois, nos anos 1980, desembrulhando uma bola de basquete em vez do Easy-Bake Oven que ele desesperadamente queria. Uma história familiar para muitos jovens queer, certo? Mas isso é apenas o começo de uma montanha-russa que moldaria sua relação com a fé por décadas. "O medo de que eu pudesse ser fundamentalmente inaceitável para Deus e de que havia algo em mim que precisava ser consertado moldaria minha relação com a fé por décadas", ele escreve, e, amor, isso pega pesado.

Rodriguez nos conduz por oito longos anos de terapia de conversão – sim, aquela prática desacreditada que tenta mudar quem você é em sua essência. Ele mergulha fundo no lado sombrio da cultura evangélica, onde a vergonha prospera e o pertencimento muitas vezes vem com um preço alto. E, quando você pensa que não pode piorar, a Suprema Corte solta uma bomba e derruba a proibição da terapia de conversão no Colorado. Que reviravolta!

Mas espere, tem mais! Nosso autor não ficou parado aceitando tudo de braços cruzados. Oh, não, ele se tornou o mago digital por trás de algumas das maiores megacongregações, enquanto lidava com sua própria identidade. "Eu era útil nas sombras, mas inaceitável na luz", ele revela, e não conseguimos deixar de sentir por ele. Ele estava criando mensagens de pertencimento para instituições que jamais o aceitariam. A ironia é deliciosamente dolorosa.

Enquanto navega pelas águas traiçoeiras de sua fé e identidade, Rodriguez compartilha momentos de puro humor em meio à dor. Uma cena mostra um participante masculino de um programa Exodus Youth tocando Britney Spears no último volume e desfilando todo cheio de si, apenas para ser recebido com uma explosão furiosa de um pastor. "Onde está o temor do Senhor neste lugar?" Ah, amor, a luta é real, mas o riso também é!

Depois de uma década lutando contra a depressão e o abuso de substâncias, Rodriguez finalmente se liberta das correntes da terapia de conversão, entrando em uma vibrante comunidade queer que o acolhe por quem ele באמת é. Ele encontra amor, aceitação e um senso de pertencimento que achava estar para sempre fora de alcance. "Que vocês conheçam a cura... que corram sua corrida com alegria...", ele conclui, e não conseguimos deixar de torcer por ele.

Então pegue seu exemplar de Conversion Therapy Dropout e prepare-se para se inspirar. Não é apenas um memoir; é um poderoso lembrete de que todos somos dignos de amor e pertencimento, não importa de onde viemos. Timothy Schraeder Rodriguez está aqui para nos mostrar que, às vezes, a maior jornada é a de volta para nós mesmos. E, amor, essa é uma jornada que vale a pena fazer.

O que você acha?
Sobre o autor

Emily Chen

Emily Chen é uma jornalista de finanças especializada em tendências econômicas que afetam a comunidade LGBTQ. Com formação em economia pelo MIT e uma mente analítica afiada, Emily oferece uma perspectiva única sobre not…

Mais histórias →