DR: resumão
- Wimbledon tem uma rica história LGBTQ+.
- Billie Jean King é uma ativista lendária.
- Daria Kasatkina e Greet Minnen ganharam as manchetes.
- Martina Navratilova venceu nove títulos.
- A estreante Mika Brunold está quebrando barreiras.
À medida que o Campeonato de Wimbledon de 2026 se prepara para começar, vamos tirar um momento para celebrar as fabulosas jogadoras e os fabulosos jogadores LGBTQ+ que já passaram pelas quadras icônicas deste prestigiado torneio. De pioneiras e pioneiros a estrelas em ascensão, essas atletas e esses atletas não apenas exibiram suas habilidades, mas também defenderam a igualdade e a representatividade no esporte.
Em primeiro lugar, temos a lendária Billie Jean King, um nome sinônimo de tênis e ativismo. Com impressionantes 20 títulos na carreira em Wimbledon — seis em simples, dez em duplas femininas e quatro em duplas mistas — King é uma força a ser reconhecida. Depois de ter sido exposta em 1981 devido a uma ação judicial por pensão entre ex-parceiros, ela não se retraiu para as sombras; em vez disso, tornou-se uma defensora destemida da comunidade LGBTQ+. King tem se manifestado sobre a importância de apoiar atletas trans e criticou leis discriminatórias como a legislação ‘Don’t Say Gay’ da Flórida.

Avançando para 2022, quando Daria Kasatkina se assumiu como lésbica, causando impacto no mundo do tênis. Classificada em oitavo lugar na WTA, ela é a jogadora abertamente gay mais bem colocada no circuito. A trajetória de Kasatkina a levou da Rússia à Austrália, e ela não tem medo de compartilhar sua vida amorosa com o mundo, tendo recentemente ficado noiva da patinadora artística Natalia Zabiiako. Isso sim é um casal poderoso!
Depois vêm a dupla belga Greet Minnen e Alison Van Uytvanck, que fizeram história em 2019 como o primeiro casal do mesmo sexo a disputar uma partida de duplas em Wimbledon. A história de amor delas floresceu na quadra, e elas se tornaram sensações nas redes sociais após compartilharem um beijo depois de uma partida. Embora o relacionamento romântico entre as duas tenha terminado desde então, seu impacto na representatividade LGBTQ+ no esporte continua forte.

Não podemos esquecer da icônica Martina Navratilova, que dominou as quadras de Wimbledon com nove títulos de simples — um recorde absoluto. Ao se assumir bissexual em 1981, Navratilova tornou-se uma defensora firme dos direitos LGBTQ+, embora suas posições controversas sobre mulheres trans no esporte tenham gerado debates. Ainda assim, seu legado no tênis é inegável.
A estreante Mika Brunold também está ganhando as manchetes como a segunda jogadora de tênis masculina a se assumir enquanto ainda competia ativamente. Com um melhor ranking da carreira de 289 na ATP, Brunold não está apenas sacando aces, mas também quebrando barreiras para a representatividade LGBTQ+ no tênis masculino. Sua publicação no Instagram anunciando sua sexualidade foi uma atitude ousada, destacando a importância da visibilidade no esporte.

A estrela argentina do tênis Nadia Podoroska é outro nome para ficar de olho. Ao se assumir publicamente em 2022, ela deixou sua marca em Wimbledon e além, frequentemente compartilhando momentos doces com sua parceira, a também jogadora de tênis Guillermina Naya. O amor delas é tão intenso quanto o jogo, e mal podemos esperar para ver o que o futuro reserva para essa dupla dinâmica.
À medida que Wimbledon se prepara para sua 139ª edição, vamos celebrar as atletas e os atletas LGBTQ+ que não apenas competiram nas quadras, mas também serviram como faróis de esperança e mudança no mundo dos esportes. Suas histórias nos lembram de que amor, orgulho e perseverança estão sempre em temporada, especialmente na grama verde de Wimbledon.







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