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- Mais de 200 militares adoeceram de gripe na Base Aérea de Lackland.
- A exigência da vacina contra a gripe foi encerrada pelo Pentágono.
- A Força Aérea busca isenção para tornar as vacinas obrigatórias.
- Profissionais de saúde estão tratando recrutas sintomáticos.
- Autoridades de saúde estão monitorando de perto o surto.
Ora, ora, ora, se não é a gripe fazendo uma grande entrada na Base Aérea de Lackland, no Texas, onde, segundo relatos, derrubou mais de 200 aviadores e recrutas, deixando-os de cama. Que dia de doença! Esse surto chega logo após a decisão do Pentágono de encerrar a exigência anual da vacina contra a gripe para as tropas dos EUA, o que deixou muita gente coçando a cabeça e se perguntando se isso é uma questão de mau timing ou apenas pura má sorte.
Vamos voltar um pouco. Há apenas dois meses, o secretário de Defesa Pete Hegseth adotou uma posição firme contra a exigência da vacina contra a gripe, chamando-a de “absurda” e “excessiva”. Em seu anúncio em vídeo de abril, ele reclamou sobre como o governo Biden estava travando uma guerra contra guerreiros, negando-lhes sua autonomia médica e liberdade de expressão religiosa. Parece dramático, não? Pois é, a realidade parece ter um jeito de dar o troco.

Agora, a Base Aérea de Lackland é conhecida por receber dezenas de milhares de recrutas a cada ano, o que a torna um alvo privilegiado para qualquer vírus da gripe em busca de festa. E a festa aconteceu! Desde então, a Força Aérea solicitou uma isenção à política de Hegseth, permitindo que voltasse a tornar obrigatórias as vacinas contra a gripe na base. Que mudança de posição!
Em um comunicado, um porta-voz da Força Aérea descreveu o surto como “localizado” na ala de treinamento básico da base. Eles estão tomando medidas, pessoal. Profissionais de saúde e autoridades de saúde pública estão implementando medidas para isolar e tratar os recrutas sintomáticos, reduzindo a exposição adicional. Eles também estão acompanhando de perto aqueles que estiveram em contato com os militares doentes, caso a gripe decida espalhar suas asas ainda mais.
Os recrutas sintomáticos estão recebendo medicamentos antivirais como Tamiflu, porque quem não gostaria de uma ajudinha farmacêutica quando está se sentindo mal? Enquanto isso, o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, tenta tranquilizar a todos de que o Departamento está comprometido com a saúde e a prontidão de nossos combatentes e do pessoal civil. Mas eles realmente podem cumprir essa promessa quando estão concedendo isenções a torto e a direito?
À medida que o surto de gripe se desenrola, não dá para deixar de se perguntar se isso vai provocar uma mudança na abordagem do Pentágono em relação às políticas de vacinação. Afinal, saúde e prontidão deveriam ser a prioridade máxima, certo? Fique ligado, porque essa saga da gripe está longe de terminar, e as apostas são altas para nossas tropas. Elas vão recuperar suas vacinas, ou continuarão a lutar contra a gripe apenas com coragem e uma caixa de lenços? Só o tempo dirá.







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