TL;DR

  • Hayley Kiyoko reflete sobre sua herança japonesa.
  • 'Girls Like Girls' a ajudou a abraçar sua queerness.
  • O filme a conecta ao legado de seus avós.
  • A jornada de Kiyoko é uma celebração da identidade.
  • O filme estreia nos cinemas em 19 de junho.

Em um recente jantar da Gold House em Los Angeles, Hayley Kiyoko, a sensação pop que se tornou diretora de cinema, falou abertamente sobre seu filme inovador, Girls Like Girls, e sobre como ele lhe permitiu se reconectar com sua herança japonesa. "Este é o primeiro evento sobre mim, o que é empolgante e desconfortável", admitiu ela, preparando o cenário para uma noite de revelações sinceras.

Como parte de uma série que homenageia pessoas AANHPI que estão causando impacto na cultura, o jantar de Kiyoko foi uma celebração de sua estreia na direção e de sua jornada como artista queer. Conhecida por sua música vibrante e pela representação sem desculpas de temas LGBTQ+, Kiyoko transformou Girls Like Girls em um universo multimídia, combinando sua canção de sucesso com um livro e agora um filme de longa-metragem.

"Este universo de Girls Like Girls tem sido sobre eu realmente aprender a abraçar minha cultura e minha herança porque grande parte da minha vida foi esconder minha sexualidade", compartilhou Kiyoko com convidados no Rokusho, um restaurante japonês que tem um significado pessoal para ela. O filme não serve apenas como uma saída criativa, mas também como uma ponte para suas raízes, que ela descreveu como conservadoras quando se trata de questões LGBTQ+.

Em um momento comovente, Kiyoko revelou que o filme seria rodado em Kelowna, no Canadá, um lugar próximo ao seu coração. "Kelowna é, na verdade, onde meus avós japoneses estão enterrados. Eles moraram lá e eu cresci os visitando", disse ela, destacando a conexão emocional que sentiu ao retornar a esse local significativo. Para muitas pessoas queer, revisitar lugares da infância pode ser uma experiência complicada, muitas vezes repleta de lembranças de esconder o verdadeiro eu. No entanto, o retorno de Kiyoko foi diferente; foi uma chance de escrever uma nova história e criar novas memórias.

Ela relembrou uma cena específica do filme em que as duas protagonistas, ambas jovens mulheres em um relacionamento romântico, jantam em um restaurante japonês — o mesmo lugar onde sua avó costumava levá-la. "É muito uma sensação de ciclo completo poder celebrar este momento com vocês", disse Kiyoko, enfatizando a importância de sua herança em sua narrativa.

À medida que a expectativa cresce para o lançamento do filme em 19 de junho, Kiyoko continua a inspirar com sua jornada de autodescoberta e orgulho cultural. Sua história não é apenas sobre um filme; é sobre abraçar quem você é e de onde você vem. Assista Kiyoko compartilhar suas experiências e percepções no vídeo abaixo e prepare-se para uma celebração cinematográfica do amor, da identidade e da herança.

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Sobre o autor

Emily Chen

Emily Chen é uma jornalista de finanças especializada em tendências econômicas que afetam a comunidade LGBTQ. Com formação em economia pelo MIT e uma mente analítica afiada, Emily oferece uma perspectiva única sobre not…

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